Dia 94 – Boletim da Tocha Olímpica

Notícias sobre o revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 pelo Brasil. Acompanhe aqui a atualização ao longo do dia

·     Após passar toda a quinta-feira (04) na cidade do Rio de Janeiro, o Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 visita, amanhã, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, além de percorrer um longo trecho da orla carioca, de São Conrado ao Aterro do Flamengo. Hoje, o comboio passou pela Vila dos Atletas, Praia da Macumba, Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca, Campo Grande, Bangu, Deodoro, Vila Valqueire, Madureira, Praça Mauá, Gávea, Leblon, Ipanema e Copacabana.

· Depois de ficar em terceiro lugar no concurso Comida di Buteco em 2011, em segundo em 2012 e em terceiro no ano passado, o Bar do David conquistou o título carioca e a edição nacional do prêmio em junho deste ano servindo uma salada de frutos do mar com molho vinagrete e feijão fradinho. O prêmio de Melhor Buteco do Brasil enche David de orgulho e só amplia os sonhos de quem vê seu negócio como uma saída para mudar a realidade do Chapéu Mangueira. “Estou muito feliz de participar de um momento histórico, ser um representante da favela tem um significado muito forte para mim”. Foi meu pai que registrou a minha comunidade. Para quem era discriminado, ser um atrativo turístico hoje é demais. É com muito orgulho que levanto essa bandeira e levanto essa tocha para o mundo inteiro”, disse.

· Morador do Caju, na Zona Norte do Rio, e funcionário do Galeto Sats há cinco anos, Agnaldo Rodrigues foi homenageado pelo tour boêmio, evento organizado por frequentadores assíduos dos principais bares do Rio que fazia o revezamento de uma tocha simbólica. “Estou muito feliz. Meu telefone não para de tocar, amigos, pessoas com quem eu não falava há muito tempo me ligando. Depois de tudo isso, devo trabalhar mais também. Com o bar cheio, vou ganhar mais”, contou.

· Pedro Vianna, mais conhecido como Scooby, é um dos principais nomes da nova geração do freesurf e das ondas gigantes. “É uma honra conduzir a tocha na cidade que eu nasci, fui criado, vivo até hoje e não tenho coragem de largar nunca na minha vida. Sou aquele que briga quando alguém fala do Rio, tenho um orgulho imenso de ser carioca, da minha cidade. E ela nos últimos anos cresceu muito”, afirmou.

· Cynthia Howlett é nutricionista e participa de projetos voltados para a longevidade. Na televisão, já apresentou programas ligados a esporte, saúde e bem-estar. "A cidade está linda. Acho que a gente tem que se unir e receber todos os atletas e o mundo inteiro de braços abertos. Estou feliz por fazer parte dessa história", disse.

· Ainda adolescente, Rodrigo Lombardi tentou ser jogador de vôlei nos Estados Unidos, mas desistiu do sonho. De volta ao Brasil, foi garçom e agente de viagens até conseguir um papel no teatro. Hoje, é um ator consagrado também no cinema, mas principalmente na televisão. "Esta chama que passou por milhares de mãos agora está aqui, em nossa confiança, para a gente poder transbordar o nosso amor, o nosso carinho, o sorriso do brasileiro", falou.

· Depois de jogar o campeonato italiano de futebol de areia, em 2009, Juninho teve uma lesão de ligamento cruzado. Quando passou por uma cirurgia, pegou um vírus que causou a síndrome de Guillain-Barré. O jogador ficou seis meses sem movimento do corpo. Mas, com muita fisioterapia, voltou à boa forma e a jogar bola. "Depois de tudo que eu superei, só tenho a agradecer por conduzir a tocha Olímpica", diz.

· Leonardo Fialho Salles ficou conhecido no futevôlei pelo "Ataque do Tubarão". A jogada rendeu a ele o apelido de Léo Tubarão. "Fiquei surpreso com a indicação para conduzir a tocha Olímpica. É uma experiência única na vida. A emoção está à flor da pele", diz.

· Ex-atleta Olímpica do voleibol, Luiza Machado disputou os Jogos Olímpicos Los Angeles 1984. “Fiz parte de uma geração que não conquistou nenhum grande título, mas plantou a sementinha do que hoje é o esporte brasileiro, sobretudo, o voleibol feminino. Conduzir a tocha Olímpica neste momento tem uma simbologia muito grande porque sempre trabalhei com esportes e acredito fortemente nos valores dele. Nada traduz melhor o esporte que a chama Olímpica, porque ela é envolvida de vários valores: esperança, união, possibilidade. Quem trabalha com esporte precisa acreditar nesses valores. Conduzir a tocha hoje é prolongar um sonho, que começou aos 19 anos e carrego comigo até hoje, aos 51”, declarou.

· Roberta Sudbrack é gaúcha, mas mora no Rio de Janeiro há mais de dez anos. Ela aprendeu cozinha de forma autodidata e é uma das chefs mais famosas do país. "Eu sonhava ser jogadora de handebol, mas acabei sendo chef de cozinha da delegação brasileira em Londres 2012 e Rio 2016. Achei que seria a maior emoção esportiva da minha vida. Mas aí fui escolhida para ser condutora da tocha Olímpica", disse.

· Adriana Lima é modelo internacional que conquistou o mundo após vencer o concurso Supermodel of the World e passou a representar uma grande grife internacional de lingeries e produtos de beleza. Ela acendeu a pira de celebração, na Praça Mauá e se emocionou. “É uma emoção incrível poder conduzir a tocha. Amo o boxing, pratico há mais de dez anos todos os dias. Rio, eu amo você e é um prazer estar aqui curtindo este momento histórico para o Brasil”, falou.

·     Cissa Guimarães é atriz e apresentadora com quase 40 anos de carreira. Participou de muitas novelas da TV Globo, e atualmente faz parte do programa semanal “É de casa”. "Eu estou feliz, porque sou muito, muito carioca mesmo. O Rio é a minha cidade, é onde meus filhos nasceram e onde tanta coisa aconteceu. Espero que a gente possa mostrar nossa capacidade para o mundo todo, e que o Rio 2016 seja um evento de paz", falou.

· Cláudia Magalhães foi a primeira ginasta brasileira a disputar os Jogos Olímpicos. Esteve em Moscou 1980, e terminou no 30º lugar na competição individual geral. "Meu coração está fazendo piruetas e duplos mortais dentro do meu peito. Estou revivendo todas as emoções que senti na minha carreira", disse ela, que tem uma academia de ginástica artística nos Estados Unidos, e veio ao Brasil para acompanhar o Rio 2016.

· Lucinha Araújo é presidente da Sociedade Viva Cazuza, organização que atende portadores de HIV, fundada após a morte de seu filho, o cantor e compositor Cazuza. "Eu sou brasileira, carioca, e nunca me senti tão patriota participando de um evento tão brasileiro", disse.

· Madureira juntou os grandes nomes do samba carioca para uma grande roda no Palácio Rio 450. Monarco e Tia Surica comandaram a festa cantando “Foi um Rio que Passou em Minha Vida”, de Paulinho da Viola. Alguns deles falaram sobre a experiência.

"Estou muito ansioso para conduzir a chama Olímpica. Carnaval tem todo ano, mas levar a chama é diferente", disse Monarco.

"Pratiquei atletismo na juventude e sempre sonhei em participar dos Jogos Olímpicos. Hoje realizo meu sonho e quero dedicar essa vitória a todos os meus colegas da juventude", falou Marquinhos de Oswaldo Cruz.

"Para mim, como patriota, essa é uma das maiores homenagens que eu poderia receber", contou Bira Presidente.

· Rosangela Santos está indo para a sua terceira participação em Jogos Olímpicos, a primeira foi em Pequim com apenas 17 anos de idade, onde chegou à final Olímpica no 4 x 100 metros ficando em quarto lugar, a apenas 0,10s da medalha de bronze. Agora se prepara para competir nas provas de 100, 200 e 4 x 100 metros no Jogos Rio 2016. "Estamos concentrados nesses últimos dias de treinamento com dieta rígida, treinos mais intensos e foco total. É uma alegria muito grande conduzir esse lindo símbolo tão importante", falou.

· Aos onze anos, Aldemir Gomes começou sua trajetória no atletismo. O velocista iniciou competindo no salto em distância e nas provas com barreiras. Mudou para as provas de velocidade após sofrer uma lesão no tornozelo e focou nos 200 metros e no revezamento 4x100. Competiu nos Jogos Londres 2012 com apenas 18 anos e está confirmado nos Jogos Rio 2016. "Estou super preparado para mais esse desafio, já competi em outras ocasiões ao lado do Bolt e isso não me intimida, vejo ele como mais um atleta como qualquer outro. Vou contar com a torcida para chegar ao meu resultado. A tocha Olímpica é a cereja do bolo na minha carreira", comentou.

·     Marcos Frota ficou conhecido como ator, mas sua paixão sempre foi o circo, atividade que tem se dedicado atualmente. “O circo é o diálogo entre o esporte e a arte, com gestos artísticos e a força do esporte. Tanto o esporte quanto a arte são sentimento, superação, alegria, superação, o compartilhamento, é mais do que falado, é sentido. A arte traz poesia e atmosfera, eles caminham juntos. Não basta a vida, por isso o esporte e a arte”, falou.

· Em Campo Grande, um dos grandes atletas da história dos Jogos Olímpico conduziu a tocha dos Jogos Rio 2016. O ucraniano Sergey Bubka, primeiro atleta a saltar mais de 6 metros no salto com vara, pôs mais uma tocha Olímpica entre suas medalhas. “Esse é um dia muito especial, espero que a chama Olímpica inspire todas as pessoas. De Sydney 2000 para cá, conduzi todas as tochas Olímpicas de verão e de inverno, estou muito feliz. O povo brasileiro é muito amigável e acredito que, a partir de amanhã, todo o Brasil vai celebrar os Jogos Olímpicos”, falou.

· Muhammad Yunus foi condecorado com o Nobel da Paz, em 2006. Economista e banqueiro bengali, escreveu o livro “O baqueiro dos pobres” e fundou o Grameen Bank, que tem o governo de Bangladesh como seu principal acionista. O banco pretende acabar com a pobreza através de microcréditos cedidos a milhões de famílias, devolvendo-as a paz. “Estou aqui, muito feliz e aproveitando o momento de condutor da tocha Olímpica, com todo esse povo junto a mim. Esse é uma ocasião fantástica, um momento de inspiração e de união dos povos. O povo brasileiro é muito hospitaleiro e alegre, estou muito feliz. Foi um caminho longo para criar o serviço financeiro para ajudar famílias e facilitar aportes a novos empreendedores, com a ideia de empoderar os jovens a criarem seus próprios empregos. Foram 40 anos de trabalho, mas ainda temos muito a fazer”, disse.

· Daniel Adler é velejador e participou de três Jogos Olímpicos. Conquistou medalha de prata na classe soling em Los Angeles 1984, o bronze nos Jogos Pan-Americanos Indianápolis 1987 e o ouro em Caracas 1983. “Passei metade da minha vida velejando. Estar aqui hoje é uma volta ao passado, as emoções voltam. Coração fica palpitando e a gente fica arrepiado o tempo todo”, disse.

· O ex-jogador de futebol Marcos Evangelista de Moraes, o Cafu, atuou como lateral direito na seleção e foi o capitão do time que conquistou o pentacampeonato em 2002. “É inexplicável a emoção de receber o convite para conduzir a chama. Ter a oportunidade de participar dos Jogos Olímpicos no nosso país dessa forma maravilhosa é uma experiência diferente e emocionante. Espero me lembrar disso para o resto da minha vida”, falou.

· Lorrayne Gonçalves Isidoro é aluna do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Pedro II e representou o Brasil na Olimpíada Internacional de Neurociências, realizada entre 30 de junho e 4 de julho, em Copenhague, na Dinamarca. “Estou aqui representando todos os jovens, os alunos do Colegio Pedro II, meus professores e todos que me ajudaram nessa batalha. Espero que eu consiga transmitir muita coragem e que vocês tenham força de vontade para realizar todos os seus sonhos”, disse.

· Carlos Alberto Parreira foi o treinador da seleção brasileira de futebol na conquista da Copa do Mundo de 1994, que quebrou um jejum de 24 anos. Ele também classificou e comandou outras quatro seleções nacionais em Copas do Mundo. "É um privilégio muito grande participar dos dois maiores eventos do mundo. Eu fui a nove Copas do Mundo e quatro Olimpíadas. Estar no revezamento é incrível, principalmente ao lado do Zagallo, que esteve comigo em tantos momentos", comentou.

· Zagallo é um dos maiores vencedores do futebol brasileiro. Participou de quatro dos cinco títulos do Brasil na Copa do Mundo: dois como jogador, um como técnico e outro como coordenador-técnico. Em Jogos Olímpicos, Zagallo foi o técnico do Brasil em Atlanta 1996, quando a seleção levou uma virada histórica da Nigéria na semifinal, e acabou ficando com o bronze. "Nosso time no Rio 2016 é muito bom. Espero que possa conquistar o ouro", disse. "Fiquei sabendo agora que tocha Olímpica tem 13 letras", contou Zagallo, famoso por ser supersticioso e adorar o número 13.

· Alexandre Abeid é ex-jogador da seleção brasileira de vôlei. Disputou os Jogos Olímpicos Munique 1972 e Montreal 1976. “Estou relembrando do meu primeiro momento olímpico, que foi entrar no estádio de Munique, com 19 anos. Foi uma sensação maravilhosa e é a mesma sensação que estou tendo agora, lembrando de todos os meus períodos em Jogos Olímpicos. É um barato isso.

·  O assistente da Delegação da Suécia Arthur Pedroso abriu o revezamento na Vila dos Atletas. O carioca trabalha como voluntário na Vila desde o dia 18 de julho. “Como sou muito assíduo, fui convidado para conduzir a chama Olímpica. Estou representando todos os voluntários. A tocha é um símbolo importantíssimo de união e, por isso, é um prazer fazer parte. Sou do Rio e nunca imaginei participar de algo assim, ainda mais na minha cidade”, contou.

·    Phil Rajzman é surfista na categoria longboard. Foi campeão mundial em 2007, bicampeão mundial oxbow 2004/2003, campeão SUP Racing Petrolândia Adventure 2011 e campeão Waterman Brasil 2007. Hoje, Phil comemorou a entrada da modalidade nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. “Vínhamos brigamos por isso há bastante tempo. Com certeza é uma grande conquista do esporte. A minha categoria não foi incluída ainda, mas surfe lá dentro é o mais importante. Tenho certeza que o Brasil vai trazer mais medalhas através dele. Quero estar presente em Tóquio 2020 para ver o surfe acontecer, seja como espectador ou na comissão técnica”, comentou.

·     A ex-jogadora de vôlei Mônica Rodrigues conquistou a medalha de prata no vôlei de praia nos Jogos Olímpicos Atlanta 1996, em parceria com Adriana Samuel. “Os Jogos estão começando para mim. Um filminho passa na minha cabeça daquele momento histórico de 20 anos atrás. Espero que o Rio 2016 seja um sucesso”, disse.

·     Comemorando a vaga nos Jogos Olímpicos Rio 2016, os velejadores Isabel Swan e Samuel Albrecht medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos Pequim 2008, conduziram a tocha no trecho entre Recreio e Barra da Tijuca. "Depois de ficarmos fora de Londres 2012, Isabel e eu buscávamos vaga para o Rio em outras classes, e conquistamos a classificação para a Nacra 17", diz Samuel. Otimista, Isabel completa: "felizmente, deu tudo certo. Estamos muito animados, pois os treinos na raia Olímpica foram muitos bons."

·     Condutora no Recreio, a surfista de ondas grandes, Maya Gabeira, já elegeu quais são as modalidades dos Jogos Olímpicos Rio 2016 que ela não deixará de assistir. “Eu adoro os Jogos. Sempre acompanhei pela televisão, mas agora estou na cidade aonde eles acontecem. Quero ver atletismo, natação e ginástica artística, que são os meus esportes Olímpicos preferidos”, revela. Sobre a geração conhecida como brazilian storm, Maya é só elogios. “Teremos uma geração brilhante disputando no surfe em Tóquio 2020, nossos meninos são todos novos, como o Gabriel Medina, Filipinho Toledo, Ítalo Ferreira. Todos no auge das suas carreiras. Tenho certeza que teremos medalhas para o Brasil”, aposta.

·     Assim que a condução na Vila dos Atletas foi encerrada, o surfista Rico de Souza, um dos símbolos do esporte no Brasil, surfou com a tocha nas ondas da Praia da Macumba, no Recreio dos Bandeirantes. Rico comentou sobre o desempenho dos atletas da modalidade, que ganharam vários campeonatos. “Além do desempenho brilhante que os brasileiros estão mantendo, que é de ponta, seria importante fazer um trabalho de base nas escolas de surfe, nas associações, nas federações, de forma que esse trabalho maravilhoso que vem sendo feito não tenha nenhuma interrupção,” aposta.

Na Vila dos Atletas, o clima de emoção tomou conta dos condutores.

 

·     Representante das Filipinas, o boxeador Charly viveu uma experiência inesquecível. "Conduzir a tocha aqui no Rio é algo que nunca imaginei. Com certeza é algo para me orgulhar pelo resto da vida, pois estou representando meu país. Ainda não tive tempo de avisar muita gente, mas meus amigos próximos ficaram muito felizes com a notícia," emociona-se.

 

·     Para a Kefasi Chitsala, atleta do Malauí, conduzir a chama Olímpica foi um surpresa. "Soube ontem que ia conduzir a tocha e foi uma sensação incrível. Estou representando não só o meu país, mas também todo o continente africano. É um dia inesquecível e meus amigos e familiares estão muito orgulhosos de mim. Volto do Rio com a sensação de ter vivido alguns dos melhores momentos da minha vida e as Olimpíadas ainda nem começaram," conta.

 

·     Representante das Filipinas, o boxeador Charly viveu uma experiência inesquecível. "Conduzir a tocha aqui no Rio é algo que nunca imaginei. Com certeza é algo para me orgulhar pelo resto da vida, pois estou representando meu país. Ainda não tive tempo de avisar muita gente, mas meus amigos próximos ficaram muito felizes com a notícia," emociona-se.

 

·     "Na hora que me deram a notícia foi um susto tão grande que eu pensei se tratar de algum tipo de trote ou piada. Não consegui acreditar! Fiquei alguns minutos em choque, até que finalmente realizei que aquilo ia acontecer em menos de 24 horas. Agora estou aqui, pronto para representar meu país neste símbolo de fraternidade e união pelo esporte", conta Matyas Szabo, esgrimista de romeno.

·     O Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 segue o seu percurso na Cidade Maravilhosa. Nesta quinta-feira (4), o dia começou com uma visita à Vila dos Atletas, na Barra da Tijuca..

 

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