Dia 95 – Boletim da Tocha Olímpica

Notícias sobre o revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 pelo Brasil. Acompanhe aqui a atualização ao longo do dia

· Encerrado o Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016. Demandas de imprensa para Games Time devem ser encaminhadas para o e-mail imprensa@rio2016.com. Telefonemas devem ser direcionados para o Media Press Center.

· O cavaleiro Rodrigo Pessoa foi o último condutor nas ruas do Rio de Janeiro. Ele encerrou o percurso, que contou com 190 participantes, em frente ao Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo. “É uma emoção fantástica conduzir esta tocha aqui no Rio de Janeiro, eu que já conheci muitas emoções Olímpicas, já ganhei uma medalha de ouro e fui porta-bandeira da delegação brasileira. Vou torcer por todos os atletas brasileiros e espero que eles ganhem muitas medalhas para o Brasil”, disse.

· A equipe organizadora do evento e a Força Nacional correram lado a lado com o medalhista de ouro Olímpico, cantando Vida de Viajante, música tema do revezamento da tocha, e festejando o sucesso do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016. A viagem iniciada em 3 de maio em Brasília se encerrou com um total de 12.494 condutores, em um trajeto de 26 mil quilômetros por terra, que passou por 325 cidades dos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

· Com 40 anos de carreira, a cantora Simone é um dos grandes nomes da MPB. Antes de entrar oficialmente para a música, a baiana de Salvador foi jogadora profissional de basquete e chegou a ser convocada para a Seleção Brasileira. “A minha infância toda foi pautada pelo esporte e pela música. Eu acho que esse é um casamento perfeito. Dizem que o importante é competir, também o importante é ganhar. Todo mundo que entra numa competição, entra para ganhar. Então, minha vida foi pautada por esses dois pontos”, disse. “Que a gente abrace a tocha como a um filho, como a nossa respiração, como o amor. Que sejamos felizes e que o Brasil se realize em seus sonhos, ganhando medalhas ou não. Que a gente torça pelos atletas que estão aqui representando seus países e, principalmente, pelos nossos atletas que batalham muito para chegar aonde chegaram”.

· Jairzinho, conhecido como o Furacão da Copa de 1970, falou da sua passagem por Botafogo, bairro do time que defendeu. “Para mim, é um orgulho muito grande conduzir essa tocha, principalmente, na cidade onde eu nasci, no bairro de Botafogo, onde me formei. Volta em mim a minha iniciação com atleta, a motivação, a alegria o prazer. Estou revivendo os meus anos de garoto”, contou.

· Claudia Silva, a primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, também conduziu a tocha Olímpica neste último dia de revezamento. “Estou muito feliz de estar aqui representando a classe da dança. O esporte não deixa de ser uma arte também, então estou muito feliz de ter sido escolhida para conduzir essa chama”, afirmou.

· Ana Botafogo é uma das bailarinas mais conhecidas do Brasil. Ela comparou sua arte com o esporte. “É claro que a dança é uma mistura do atleta com o ator. Temos toda essa preparação do atleta. É a perseverança, a disciplina, o dia a dia querendo sempre mais. A chama representa essa continuidade, essa força de vencer, de nunca apagar. E representa também solidariedade. Que lindo podermos receber todos esses países, esses irmãos. Que a gente possa estar reunido e unido em um mesmo ideal, no sonho de paz e fraternidade. Todos os atletas merecem todas as luzes e bênçãos”, falou.

· Evandro Mesquita é vocalista da banda Blitz e é uma figura típica carioca. “Não pensei que ia ficar tão nervoso e emocionado. É demais conduzir aqui, onde eu passei a minha infância e adolescência, e consegui com a Blitz mudar o panorama da música popular brasileira. Foi demais. Adorei ver os amigos, familiares e os conhecidos, um astral muito gostoso”, disse.

· Raí se destacou no futebol jogando pelo São Paulo, conquistando o título mundial de clubes, no Japão. Pela Seleção Brasileira, ganhou a Copa do Mundo dos Estados Unidos, em 1994. “Na hora de começar, alguma coisa começa a tomar conta. E dá para perceber que só pode ser a magia do esporte, desta história Olímpica, dos valores Olímpicos. E é incontrolável. Quando você vê, já está emocionado”, comentou.

· A dupla Jacqueline Silva e Sandra Pires conquistaram a primeira medalha de ouro Olímpica feminina do Brasil, no vôlei de praia dos Jogos Olímpicos Atlanta 1996. Elas conduziram em sequência.

“Foi uma emoção muito grande receber a chama da Sandra. Mais um ponto que fizemos na vida. Muito lindo poder correr na parte da Praia de Ipanema, onde começamos. O Rio de Janeiro lindo, com um sol lindo, as pessoas muito felizes”, disse Jaqueline.

“Foi muito especial. Começamos em Ipanema, o dia está lindo. Foi muito legal passar a chama para a Jacqueline. Conduzir com os amigos e família acompanhando, dividindo este espírito Olímpico. E sabemos fazer isso muito bem, porque sabemos o que significa participar dos Jogos Olímpicos”, falou Sandra.

· O ex-judoca Flávio Canto foi medalhista de bronze em Atlanta 1996. Hoje, é apresentador de televisão e diretor-presidente do Instituto Reação, que ele criou em 2003. É uma organização que promove o desenvolvimento humano e a inclusão social por meio do esporte e da educação, ensinando judô desde a iniciação esportiva até o alto rendimento. Flávio passou a tocha Olímpica para Raquel Silva, aluna do projeto e atleta da seleção brasileira. Ela foi a primeira campeã pan-americana do instituto. "É uma honra para mim, porque a Raquel foi escolhida por unanimidade para estar aqui. Tenho o maior orgulho de ter visto esta menina crescer", falou.

·     Thomas Bach é ex-campeão Olímpico alemão de esgrima e atual presidente do Comitê Olímpico Internacional, eleito na Argentina, em 2013. Ele conduziu a tocha Olímpica na Praia de Ipanema. “É sempre muito emocionante segurar a tocha, ver a chama, tudo junto, correndo com o secretário geral da ONU e duas meninas que representam apoio a projetos sociais, isso tem um significado muito especial.  Tenho certeza que os Jogos Olímpicos vão ser à la Brasil”, disse.

· Ex-jogador de vôlei, Carlos Arthur Nuzman é o presidente do Comitê Rio 2016. Foi condutor da tocha Olímpica na Praia de Ipanema, no dia da cerimônia de abertura dos Jogos Rio 2016. “Uma sensação diferente de todas, estar na minha cidade, o Rio, e ter tido a emoção da vitória em Copenhague, e poder entregar os Jogos Olímpicos Rio 2016, na primeira vez no Brasil e na América do Sul, um dia muito especial. Sou muito agradecido por poder continuar experimentado a adrenalina do atleta. Isso me fez e me faz forte para enfrentar os desafios e superá-los, e chegar ao final e dizer ‘nós entregamos’”, falou.

· Jorge Benjor é uma das caras do Rio. Músico, muitas de suas canções são cantadas na cidade, inclusive por torcidas durante partidas de futebol no Maracanã. “É maravilhoso, estou aqui para participar desse evento na nossa cidade. Só você participando que você sente. É muito bacana levar o fogo sagrado que veio da Grécia e vai chegar até o Maracanã”, falou.

·     Bernard Rajzman é um dos principais nomes do vôlei brasileiro. Conquistou a medalha de prata em Los Angeles 1984 e foi o primeiro brasileiro a entrar no Hall da Fama do voleibol mundial. “Ser condutor da tocha significa ser uma pessoa que tem o privilégio de levar o fogo, a chama da paz, da união entre os povos que sai de Olímpia, desde a época da Grécia Antiga. É também a forma de você anunciar para o seu país que os Jogos estão chegando. É o cartão de visitas para você aquecer o público”, comentou.

·     Dante Amaral foi ponteiro da seleção de vôlei masculino. Ajudou o Brasil a conquistar o ouro nos Jogos Olímpicos Atenas 2004 e as medalhas de prata em Pequim 2008 e Londres 2012. “É um prazer enorme fazer parte desse caminho da tocha por um lado diferente do qual eu sempre imaginei. Estou realizado, feliz e contente”, disse.

 

·     O ator e comediante Fabio Porchat é um dos fundadores do canal Porta dos Fundos no YouTube. “Estou na pilha, na pulsação dos Jogos. Adoro esporte, adoro ver a maioria dos esportes. Não sou um praticante, mas sou um torcedor e acompanho Jogos Olímpicos, Copa do Mundo, Jogos Pan-Americanos. Consegui comprar ingressos, vou ver vôlei, vôlei de praia, futebol masculino e feminino, atletismo, ginástica artística. Quero conseguir participar do máximo de coisas possíveis para fazer parte de tudo”, contou.

· O último dia do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 começou com as bênçãos do Cristo Redentor e de Dom Orani Tempesta, arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Quem abriu o revezamento foi a ex-jogadora de vôlei Isabel Salgado. Um dos principais nomes do vôlei feminino brasileiro, a ex-atleta participou dos Jogos Olímpicos Moscou 1980 e Los Angeles 1984. “Estou muito emocionada, muito bacana estar carregando a tocha no maior símbolo do Rio de Janeiro: o Cristo Redentor. Ele protege a nossa cidade, o nosso país, todos nós. Estou muito emocionada mesmo. E, além de tudo, é lindo. Se você estiver na dúvida, venha ao Cristo”, disse.

· A orquestra e o coral do projeto “Uma Só Voz”, formada por moradores e ex-moradores de rua fez a trilha sonora do momento que abriu o 95º dia do revezamento, que completou 325 cidades e finalizará com mais de 12 mil condutores.

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