#HermanosOlímpicos: Brasil e Argentina se unem por convivência amistosa nos Jogos

Rivalidade é positiva, desde que desenvolvida de forma pacífica. Provocação e violência não têm espaço no mundo do esporte

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A rivalidade entre brasileiros e argentinos é um clássico do futebol. Mas nos Jogos Olímpicos o espírito é outro. Um esforço conjunto dos dois países pretende evitar que a disputa esportiva entre os dois países se transforme em violência nas arquibancadas. A iniciativa foi anunciada nesta quarta-feira (10), em entrevista coletiva com representantes das duas nações no Centro do Rio de Janeiro.

Entre as ações previstas estão a publicação nas redes sociais de fotos reunindo atletas das duas nacionalidades e textos que incentivem a convivência amistosa entre os vizinhos sul-americanos. Foi confirmado ainda que os times de Brasil e Argentina entrarão com as bandeiras trocadas no jogo de basquete masculino que acontece no próximo sábado (13), na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico.

“Sempre existiu uma admiração mútua, e desde a Copa surgiu um distanciamento que gerou o que estamos vendo hoje nos estádios”, explicou no evento Carlos MacAlister, secretário de esportes da Argentina. Na maior parte das vezes, as provocações têm se limitado a vaias, mas há registros de casos mais sérios. Durante partida de tênis entre o argentino Juan Martin Del Potro e o português João Souza, na última segunda-feira (8), dois torcedores se desentenderam e tiveram de ser retirados da arena.

Assita aqui o vídeo sobre o tema com torcedores.

“A gente se sente agredido ao ver cenas como essa, que eu espero que não aconteçam novamente”, afirmou Luiz Lima, secretário de alto rendimento do Ministério do Esporte. “Queremos que o respeito que existe entre os atletas se reflita nas arquibancadas”, disse ele.

Lima destacou que a rivalidade sem violência é positiva e deve continuar existindo entre Brasil e Argentina. “É muito importante que a gente cultive neste momento a competição saudável, que é aquela que se reflete em bons resultados para todos”, afirmou.

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