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Dia 4 - Boletim da Tocha Paralímpica

  • A chama Paralímpica foi acesa em São Paulo, na manhã deste domingo, dia 4, durante cerimônia no Centro de Treinamento Paralímpico. A chama da capital paulista simboliza o poder de transformação, lembrando que o esporte e a força de vontade podem mudar vidas, uma realidade muito presente nas histórias de vida dos atletas Paralímpicos.
  • Mizael de Oliveira, ex-atleta de futebol de 5, foi o mensageiro do valor Paralímpico transformação. Ele foi melhor jogador do mundo da modalidade em 1998, bicampeão Paralímpico e bicampeão mundial. Atualmente, é vice-presidente e secretário geral do Comitê Paralímpico Brasileiro. “A chama de São de Paulo representa o Sudeste do Brasil. A cidade mais pulsante do país produz, hoje, a chama que fala sobre o processo de mudança e evolução tanto individual quanto coletivo”, declarou.
  • Ivan Freitas, campeão mundial de futebol 5 e primeiro professor de educação física cego de São Paulo, conduziu a tocha no Centro de Treinamento. "É um momento ímpar na minha vida. A tocha e a medalha são os maiores símbolos dos Jogos", disse.
  • A condutora Ana Maria Crespo é escritora e militante do movimento pelos direitos das pessoas com deficiência: "Fico feliz que o valor escolhido para São Paulo tenha sido a transformação. Acredito que o esporte realmente pode mudar a vida das pessoas com deficiência".
  • Fabiana Sugimori, nadadora de 50m livre S11, esteve em todos os Jogos Paralímpicos entre Atlanta e Pequim. Ela também conduziu a tocha no Centro de Treinamento Paralímpico: "Ver atletas em ação, sejam eles Paralímpicos ou não, sempre faz com que as pessoas repensem suas atitudes e promovam uma pequena transformação. Acho isso o grande barato do esporte", afirmou.
  • Ex-altleta de judô, o condutor Helder Araújo participou dos Jogos Paralímpicos Atlanta 1996, Sydney 2000 e Pequim 2008. "De certa forma, conduzir a tocha hoje é um prêmio pelos anos de luta que passamos para dar visibilidade ao esporte Paralímpico. A chama vem trazer alegria ao povo e é gratificante fazer parte desse momento", ressaltou.
  • Luis Cláudio Pereira, ex-atleta de atletismo, teve a hora de acender a pira dos Jogos Parapan-Americanos em 2007. “Ter esse reencontro com a chama é fantástico. Espero que esse fogo espalhe esperança e diminua preconceitos no nosso país", disse Luis Cláudio, ganhador de seis medalhas de ouro em Jogos Paralímpicos nas modalidades de arremesso de peso, lançamento de dardo e lançamento de disco.
  • No início da tarde, o Revezamento da Tocha Olímpica seguiu para a Av. Paulista, onde percorreu 5 km entre a Praça do Ciclista e a estação Ana Rosa do Metrô. A avenida ficou cheia com o público que foi assistir ao revezamento e prestigiar o esporte Paralímpico.
  • O músico Ney da Cunha foi um dos condutores da chama Paralímpica na Av. Paulista. Ele é parceiro do maestro João Carlos Martins, que ainda hoje rege a Camerata Bachiana de São Paulo, que junto com o grupo de percussão Patubatê, participa da Cerimônia de Celebração no Parque Ibirapuera.
  • Pai da paratleta Verônica Hipólito, José Hipólito também conduziu a tocha na Av. Paulista. Ele foi o responsável pela iniciação da filha no atletismo e é um dos maiores incentivadores da atleta, junto com sua esposa.
  • O judoca Rafael Baby Silva, medalha de bronze nos Jogos Olímpicos Londres 2012 e Rio 2016, quis homenagear o esporte Paralímpico ao conduzir a tocha neste domingo em São Paulo. "Participar do revezamento hoje é uma chance de prestar uma homenagem aos atletas Paralímpicos brasileiros. Acho que o Brasil vai fazer bonito e deve ficar entre os cinco melhores na modalidade”, frisou.
  • O publicitário José Martins já foi diretor de criação de grandes agências brasileiras e, hoje, conduziu a tocha nos arredores do Parque Ibirapuera. “Acho o esporte uma tremenda ferramenta de transformação na vida das pessoas com deficiência, já que ele nos permite fazer coisas que os outros não acreditam que nós podemos fazer", afirmou.
  • Por 20 anos, Geraldo Nunes foi repórter aéreo na cidade de São Paulo. Na tarde deste domingo, ele se preparou para uma missão especial: conduzir a chama Paralímpica. "Ter sido repórter aéreo, mesmo cadeirante, foi uma grande conquista. Para mim, a liberdade que a gente sente quando voa deve ser parecida com a emoção que invade o atleta num momento de superação", disse.
  • O Parque do Ibirapuera foi o último trecho do roteiro do revezamento em São Paulo. Muitas famílias foram ao parque para conferir a passagem da chama Paralímpica. A bailarina Karen Ribeiro foi uma das condutoras. "Fui indicada por uma aluna da minha escola de balé, que é voltada para mulheres mais velhas. Por isso, quero representar hoje todas as mulheres e esse sentimento de superação. Tenho uma perna seis centímetros menor do que a outra, mas isso nunca me impediu de alcançar meus objetivos", afirmou a bailarina, que conduziu a tocha de sapatilhas, fazendo passos de balé.
  • Mario Sérgio Fontes, introdutor do Goalball no Brasil e atleta de provas de atletismo nos Jogos Los Angeles 1984 e Seul 1988, foi o último condutor do dia. "É momento mais importante destes 35 anos que dediquei ao esporte Paralímpico”, emocionou-se.
  • A cerimônia de celebração foi realizada em frente ao Museu Afro Brasil. O Bradesco apresentou espetáculo de dança com a participação de bailarinos e ex-atletas paralímpicos. Já a Nissan levou o grupo de percussão Patubatê, que se uniu ao maestro João Carlos Martins e à Camerata Bachiana de São Paulo para receber a chama Paralímpica com músicas e arranjos criados para o evento. No show, os músicos tocaram instrumentos musicais tradicionais e alguns criados pelo Patubatê com peças do Nissan Kicks, carro oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.
  • São Paulo foi a quarta cidade a receber o Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016. Nesta segunda-feira, dia 6, a chama Paralímpica será acesa em Joinville (SC). O Rio de Janeiro é última cidade da rota.

 

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