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Dia 5 - Boletim da Tocha Paralímpica

·         O Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 desembarcou nesta segunda-feira, dia 5, no Sul do país, em Joinville, Santa Catarina. A chama da cidade catarinense simboliza a coragem, valor que incentiva as pessoas a irem além das suas expectativas, mesmo que isso exija um grande esforço. A coragem é força propulsora não apenas para os atletas, mas para qualquer pessoa que esteja lutando por um objetivo.

 

·         A chama Paralímpica foi acesa nesta manhã, em cerimônia no Centreventos Cau Hansen. Rosicler Ravache foi a mensageira do valor Paralímpico coragem em Joinville. Professora de Educação Física, ela é coordenadora de paradesporto na Fundação de Esportes, Lazer e Eventos de Joinville desde 2009. Tem ampla experiência com iniciação esportiva de atletas com deficiência, ministra palestras e cursos no Brasil e no exterior. Recebeu o Troféu Gustavo Kuerten de Excelência no Esporte, categoria Melhor Técnica do Paradesporto - Modalidade Atletismo em 2014 e 2015.

 

·         Depois de acesa, a chama Paralímpica visitou pontos turísticos da cidade, como o Parque Zoobotânico e o Mirante de Joinville, uma estrutura que fica no ponto mais alto do Morro da Boa Vista, na região central da cidade.

 

·         Gerson Knittel, primeiro atleta guia do Comitê Paralímpico Brasileiro, foi um dos condutores no Mirante. Ele atuou com vários atletas, como Ádria Rocha Santos e Maria José Ferreira, nos Jogos Paralímpicos de Atlanta, Sydney e Atenas, somando um total de 11 medalhas para o Brasil. Gerson foi saudado pelos alunos do Programa de Iniciação Esportiva, que gritavam seu nome.

 

·         Anjos receberam a tocha Paralímpica na Apae de Joinville. Bailarinos do projeto “Anjos Macalossi”, da artista plástica Vanderléia Macalossi, se apresentaram durante o revezamento com asas feitas de penas. Da Apae, a chama foi à Arena Joinville e depois seguiu pelas ruas da cidade, a partir da tradicional Rua da Palmeiras até o final da avenida Beira-Rio.

 

·         O atleta Paralímpico Marcos Evaristo comemorou a participação no revezamento. Ele lembrou o dia em que bateu o recorde brasileiro de 400m rasos na categoria T35, voltada para pessoas com paralisia cerebral. "Naquele dia, a coragem fez a diferença", disse ele. Hoje, ele reafirma a importância desse valor Paralímpico em Joinville. "Estou muito feliz. Não deixa de ser uma forma de participar dos Jogos Paralímpicos. Tenho o sonho de fazer parte da seleção brasileira de atletismo. Sinto que este momento faz parte da caminhada rumo a realização desse sonho", contou.

 

·         A medalha de bronze no Parapan 2015 é o cartão de visitas de Luciano Rosa. Na tarde desta segunda, o ciclista conduziu a chama em Joinville. "Quero levar a tocha representando todos os deficientes visuais da minha cidade, que me ajudaram a chegar até aqui", declarou.

 

·         Há 10 anos, Ivan Razeira adotou Joinville como sua cidade. Hoje, o técnico de paratriatlo conduziu a tocha Paralímpica na Av. José Vieira. "Não esperava o convite e fiquei bastante lisonjeado", declarou.

 

·         A paixão de Dina Abreu pelo tênis de mesa começou há mais de 20 anos. De lá para cá, a atleta Paralímpica já conquistou medalhas de bronze e de prata nos Jogos Parapan-Americanos 2007 e 2011, respectivamente. Hoje, ela conduziu a chama em Joinville. "Agradeço muito a meus técnicos, que nunca me abandonaram e me ajudaram a chegar até aqui", disse.

 

·         A brasileira com maior número de medalhas em Jogos Paralímpicos, Ádria dos Santos, foi a última condutora do dia e acendeu a pira de Celebração. Ela é a subprefeita da Vila Paralímpica nos Jogos Rio 2016.  "Foi uma emoção indescritível poder conduzir a tocha na cidade onde moro há 13 anos e ao lado de pessoas como Gerson Knittel, que já foi meu guia", afirmou para o público que lotava o Centreventos Cau Hansen.

 

·         Nesta terça-feira, dia 6, o Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 segue para o Rio de Janeiro, última cidade a receber a chama Paralímpica. A cerimônia de união das chamas, que formará a chama Paralímpica, será realizada no Museu do Amanhã (Praça Mauá, nº 1 - Centro), marco da revitalização do Centro Histórico do Rio, às 10h.

 

·         Depois do museu, o revezamento segue pelas ruas do Rio, passando pelos bairros do Centro, Vila Isabel, Grajaú, Campo Grande, Bangu, Realengo, Deodoro e Madureira, com uma grande festa de encerramento no Parque de Madureira.

 

·         A chama Paralímpica visitará também o Instituto Benjamin Constant, a Urece e a Biblioteca Parque Estadual, que é reconhecida por ser acessível e contar com uma equipe especializada para atender às pessoas com deficiência (PCD), para as quais existem acervo e equipamentos especiais.

 

·         Entre as ações programadas para o dia, está a ida da chama Paralímpica ao Cristo Redentor no fim da tarde, às 18h30, quando o monumento ganhará as cores da chama. A judoca Rafaela Silva, medalha de ouro nos Jogos Rio 2016, será a condutora no monumento.

 

 

 

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