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Dia 6 - Boletim do Revezamento da Tocha Paralímpica

O Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 chegou na manhã desta terça-feira, dia 6, ao Rio de Janeiro. No Museu do Amanhã, marco da revitalização do Centro Histórico da cidade, foi realizada a cerimônia da união das chamas das seis cidades por onde o revezamento passou – Brasília, Belém, Natal, São Paulo, Joinville e Rio. Elas formam a chama Paralímpica, que acenderá a pira no Maracanã.

  • O evento, que abriu o revezamento na cidade, contou a presença do presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Nuzman; do presidente do Comitê Paralímpico Internacional, Sir Philip Craven; do ministro dos Esportes Leonardo Picciani; e do prefeito Eduardo Paes.

 

  • No Rio, a chama simboliza a paixão pelo esporte. O mensageiro desse valor Paralímpico foi o judoca Breno Viola. "Estou muito emocionado e tenho até vontade de chorar", declarou Breno, momentos antes de ler a mensagem que deu início ao revezamento. O carioca de 35 anos foi o primeiro judoca com síndrome de Down a conseguir a faixa preta, em 2002.

 

  • Os primeiros condutores foram a arquiteta Gabriela Zubelli, o biólogo Marcelo Szpilman e o diretor-geral do Museu do Amanhã Ricardo Pique. Depois do museu, o revezamento seguiu pelas ruas do Centro.

 

  • O judoca Charles Chibana conduziu a tocha na Av. Rio Branco, no Centro do Rio. Ele foi ouro nos Jogos Pan-Americanos Toronto 2015. "Queria ter participado antes do revezamento. Fico muito feliz de poder estar aqui hoje", afirmou.

 

  • A condutora Maria Lúcia Jardim é presidente do RioSolidario. "A paixão pelo que faço foi um dos motivos que me levaram a trabalhar com pessoas com deficiência", contou.

 

  • Atleta Paralímpica de tênis de mesa Lina Lei, com cinco medalhas em Jogos Paralímpicos, também foi uma das condutoras no Centro do Rio. "Estou nervosa e animada para esse grande momento", disse momentos antes de conduzir a chama Olímpica.

 

  • O bairro do sambista Noel Rosa recebeu a chama Paralímpica no início da tarde. Em Vila Isabel, a tocha foi recebida com festa e ruas cheias pelos moradores. Ivan Moreira é treinador de cães-guia e conduziu a tocha no bairro acompanhado de Bono, seu melhor amigo, que é cão-guia. "Os Jogos Paralímpicos têm uma energia diferente e, para mim, são da maior importância", disse. Depois de percorrer toda extensão do Boulevard 28 de setembro, o comboio se dirigiu ao bairro vizinho do Grajaú, de onde seguiu para a Zona Oeste.

 

  • Na Zona Oeste, um dos condutores foi Caio Leitão, empreendedor social e criador da escola de samba Embaixadores da Alegria, formada por pessoas com deficiência. "A tocha veio iluminar o nosso trabalho", ressaltou.

 

  • Para Janice Teixeira, medalha de bronze no tiro esportivo nos Jogos Pan-Americanos Santo Domingo 2003, conduzir a tocha Paralímpica foi uma honra: "Já tinha conduzido a chama Olímpica e foi emocionante repetir a dose com a Paralímpica", declarou.

 

  • Daniel Machado, atleta Paralímpico de natação, também foi um dos condutores do dia: " Há quatro anos participei do encerramento em Londres. Agora, estou no revezamento e estarei na abertura. É uma grande emoção", contou.

 

  • Kenia Maria conduziu a tocha Paralímpica em Bangu. Ela é presidente da Associação de Nanismo do Estado do Rio. "Tenho 51 anos, sou avó e tenho um enorme orgulho da minha luta. Minha família é uma das poucas no Brasil com quatro gerações de nanismo", afirmou ela.

 

  • Os moradores de Bangu foram para rua assistir à passagem da chama Paralímpica. Os condutores que se revezaram ao longo da rua Francisco Real foram saudados com bandeiras pelo público.

 

  • Normalmente já cheias, as ruas de Madureira receberam os condutores com muita animação. Mais de 10 pessoas levaram a tocha ao longo da Estrada do Portela, principal via da região.

 

  • O jovem Davi Teixeira nasceu com a síndrome da banda amniótica e pratica surf adaptado. Ele é vice-campeão mundial em sua categoria e, há dois anos, começou a fazer aulas de skate. "Para mim, esporte não é o que alegra a minha vida: é a minha vida", disse Davi que conduziu a tocha Paralímpica em Bangu.

 

  • No fim da tarde, a Chama Olímpica foi conduzida pela judoca Rafaela Silva, medalha de oura nos Jogos Rio2016, no Cristo Redentor.

 

  • A chama Paralímpica visitou também o Instituto Benjamin Constant, a Urece e a Biblioteca Parque Estadual, que é reconhecida por ser acessível e contar com uma equipe especializada para atender às pessoas com deficiência (PCD), para as quais existem acervo e equipamentos especiais.

 

  • Nesta quarta-feira, dia 7, o Revezamento tomará a orla da cidade. A partir do Pontal, no Recreio, a chama Paralímpica vai percorrer as praias cariocas. No primeiro trecho segue até a Praia do Pepê, na Barra da Tijuca. Na sequência, a tocha Paralímpica segue do Leblon até Copacabana, passando por Ipanema, até a altura da Av. Princesa Isabel. A previsão é de que o revezamento seja encerrado às 14h30, quando a chama aguardará o momento de brilhar na Cerimônia de Abertura dos Jogos Paralímpicos no Maracanã.
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