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Dia 7 - Boletim do Revezamento da Tocha Paralímpica

Manhã

  • A Praia do Pontal, no Recreio, Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi o ponto de partida da chama Paralímpica Rio2016, na manhã desta quarta-feira, 7 de setembro, último dia do revezamento. Surfistas, ciclistas, banhistas e moradores do bairro saudaram a chama, que seguiu para a praia da Barra e, no início da tarde, vai percorrer as orlas do Leblon, Ipanema e Copacabana. Ao todo, mais de 180 condutores se revezarão ao longo de 25,34 km.
  • O paratleta Anderson Fonseca foi um dos primeiros condutores do dia. Das partidas de rua com a bola envolta num saco plástico para fazer barulho, ele chegou ao ouro em Atenas com a seleção brasileira de futebol de cinco. "Por meio do esporte, pude conhecer 12 países. Para mim, estar aqui é mais uma vitória", afirmou.
  • Os amigos Márcio Garibe e Geraldo Nogueira se encontraram para um programa diferente neste feriado: conduzir a chama Paralímpica. "Torço para que a consciência dos brasileiros mude a partir dos Jogos Paralímpicos", disse Márcio, que é empresário. "Quero representar todas as pessoas com deficiência que não são atletas, mas são os atletas da vida, lutando para vencer os próprios desafios", afirmou Geraldo, advogado e presidente da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB-RJ.
  • No início da orla da Barra da Tijuca, Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Rio 2016, e Bernard Rajman, membro do Comitê Olímpico Internacional, conduziram a tocha Paralímpica.
  • O casal Trevor e Juliette Woolf escolheu um nome diferente para o filho: Rio. E as coincidências não param por aí. O menino, que teve a parte inferior da perna direita amputada ainda bebê, decidiu se tornar atleta depois dos Jogos Paralímpicos Londres 2012. Hoje Rio está com 8 anos e acompanhou sua mãe, que conduziu a tocha na Praia da Reserva. "Estar hoje com vocês é uma honra para a gente. Esperamos que este momento inspire outras pessoas com deficiência a alcançarem as estrelas", disse a mãe Juliette.
  • O condutor Sandro Soares foi ouro em Pequim 2008 no Futebol de cinco. Para ele, os Jogos Paralímpicos Rio 2016 podem motivar uma mudança de atitude em relação às pessoas com deficiência. "Que a gente possa varrer todo tipo de discriminação e preconceito a partir do Rio 2016", ressaltou.
  • Luana e Luiz Phelipe Nobre fundaram, em 2007, a AdaptSurf, associação sem fins lucrativos que realiza a inclusão social das pessoas com deficiência por meio do surfe adaptado e da acessibilidade nas praias. Eles também foram condutores na orla da Barra. "Hoje estou representando todas as pessoas com deficiência. Vou passar a chama para meu marido, num beijo de tochas que será cheio de paixão, tema do revezamento aqui no Rio", anunciou.
  • Um dos maiores astros da MPB, o cantor e compositor Hebert Vianna, conduziu a chama Paralímpica na praia da Barra. "Dedico isso a todo mundo que está sentado ou deitado e às pessoas que ajudam alguém com deficiência", disse.
  • Embaixador dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, o ator Paulo Vilhena foi um dos condutores desta manhã. “Desejo boa sorte aos nossos atletas e que nos representem com todo amor e carinho. A nação Brasileira precisa de vocês”, declarou.
  • Marcos Lima é jogador de futebol de cinco, jornalista e autor do blog Histórias de Cego, que conta de forma leve e divertida o cotidiano das pessoas com deficiência visual. "Estou feliz e muito emocionado de conduzir a tocha Paralímpica", disse.
  • No início da manhã, às 10h, a chama Paralímpica fez também uma visita especial ao Centro Municipal de Reabilitação, em Santa Cruz.

Tarde

  • No início da tarde, o Revezamento da Tocha Paralímpica foi à orla do Leblon. Animados com a chegada da chama, muitos banhistas cercaram os condutores para tirar fotos. Tânia Andrade, presidente da Apae-RJ, abriu o revezamento no bairro da Zona Sul. “Quero representar todas as Apaes do Brasil. Estou superfeliz”, disse.
  • O maestro João Carlos Martins  acompanhou o revezamento ao longo dos sete dias, nas seis cidades por onde o comboio passou. Ele se apresentava junto com a Camerata Bachiana de São Paulo e o grupo de percussão Patubatê nas cerimônias de celebração. "Acredito que a chama Paralímpica vai ajudar a melhorar a autoestima do nosso país”, afirmou.
  • A Embaixadora dos Jogos Paralímpicos Cleo Pires também participou do revezamento na praia de Ipanema. "Espero que os atletas Paralímpicos nos inspirem sempre. Queria ter a metade da motivação deles”, confessou a atriz.
  • Copacabana foi o último bairro a receber a chama Paralímpica. O nadador Tiago Sampaio, que tem Síndrome de Down, encerrou o revezamento pelas cinco regiões do país. A chama Paralímpica foi levada em uma lanterna para o Maracanã, onde irá brilhar na cerimônia de abertura dos Jogos.
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