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Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 passa por São Paulo neste domingo

· Chama será acesa em cerimônia no Centro de Treinamento Paralímpico, às 11h

· São Paulo é a quarta das seis cidades que receberão o revezamento da tocha Paralímpica, que segue para Joinville e Rio de Janeiro

· Atrações culturais gratuitas no Ibirapuera com diversos artistas com deficiência serão o ponto alto da passagem da Tocha Paralímpica Rio 2016 pela cidade

 O Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 chega neste domingo, dia 4, ao Sudeste. São Paulo é  o destino da viagem da chama Paralímpica. O revezamento percorre desde o dia 1º de setembro todas as regiões do país, representadas por seis cidades brasileiras, para anunciar a chegada dos Jogos Rio 2016. Os valores Paralímpicos são lembrados a cada cidade. A grande novidade é o mecanismo de acendimento da chama: calor humano. Numa campanha virtual lançada pelo Comitê Rio 2016, pessoas do mundo todo enviam mensagens positivas, por meio de hashtag #ChamaParalímpica, acumulando energia suficiente para acender cada chama. 

·         A chama de São Paulo será acesa em cerimônia no Centro de Treinamento Paralímpico, às 11h. A chama da capital paulista simbolizará o poder de transformação, lembrando que o esporte e a força de vontade podem mudar vidas, uma realidade muito presente nas histórias de vida dos atletas Paralímpicos. 

·         João Betim será o mensageiro do valor transformação. Ele é presidente do Clube dos Paraplégicos de São Paulo (CPSP), uma das instituições precursoras do esporte Paralímpico no Brasil. O CPSP promove diversas atividades esportivas para pessoas com deficiência no Clube Escola Mané Garrincha, anexo ao Centro Olímpico do Ibirapuera. João ficou paraplégico em 1984, após um acidente de carro. Dez anos depois do acidente, Bentim começou a frequentar o CPSP. 

·         Depois de acesa, a chama Paralímpica vai percorrer o Centro Paralímpico. Vinte e dois condutores levarão a tocha pelas instalações do espaço recém-inaugurado. 

·         A chama Paralímpica segue então para uma série de visitas a instituições. Passará pelo CEU Caminho do Mar, Fundação Dorina Nowill para Cegos, Apae São Paulo e AACD. 

·         Na Avenida Paulista, um dos principais cartões postais da cidade, o público poderá ver a chama Paralímpica de perto. A partir das 13h20,  o revezamento começará o percurso de 5 km entre a Praça do Ciclista e a estação Ana Rosa do Metrô.  

·         O ponto alto do Revezamento da Tocha Paralímpica em São Paulo será no Parque Ibirapuera. Por volta das 16h30, a chama percorrerá ruas da região até chegar à Avenida República do Líbano. A partir do Portão 10, o revezamento inicia seu caminho por dentro do parque.  

·         A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, convidou artistas para se apresentarem no parque no Festival de Cultura Inclusiva. As atrações começam às 14h e haverá exibição de capoeira adaptada, danças em cadeira de rodas, balé de cegos da Cia Fernanda Bianchinni, teatro, flash mob e apresentação da Banda do Silêncio, formada por alunos com deficiência auditiva, cegos e ouvintes de escolas municipais. 

·         A cerimônia de celebração será realizada em frente ao Museu Afro Brasil, às 18h. Em ação da Nissan, um dos patrocinadores oficiais do Revezamento da Tocha Paralímpica, o grupo de percussão Patubatê se une ao maestro João Carlos Martins e a Camerata Bachiana de São Paulo para receber a chama Paralímpica  com músicas e arranjos criados para o evento. Nos shows, os músicos vão tocar, além de instrumentos musicais tradicionais, alguns criados pelo Patubatê com peças do Nissan Kicks, carro oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.   

·         Na segunda-feira, dia 6, o Revezamento da Tocha Paralímpica segue para Joinville (SC). 

 

ROTEIRO EM SÃO PAULO 

11h – Chegada e acendimento da chama no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (Rodovia dos Imigrantes, km 11,5 - Vila Guarani, Jabaquara) 

11h40 – Passagem do revezamento pelo CEU Caminho do Mar (Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 5241 - Vila do Encontro) 

13h20 – Chegada do revezamento na Avenida Paulista (Praça do Ciclista até Estação Ana Rosa do Metrô) 

14h05 às 16h30 – passagem da chama Paralímpica pela Fundação Dorina Nowill, AACD e Apae São Paulo 

16h35 – Revezamento em ruas próximas ao Parque Ibirapuera 

17h15 – Entrada da Tocha no Parque do Ibirapuera e revezamento na área interna até o Museu Afro Brasil 

18h – Cerimônia de celebração em São Paulo com a apresentação da Orquestra Bachiana e o maestro João Carlos Martins (Parque do Ibirapuera em frente ao Museu Afro Brasil)

Entre 14h e 17h – Festival Cultural Inclusivo (Parque do Ibirapuera em frente ao Museu Afro Brasil)

 Horário - Festival Cultural Inclusivo 

14h - Grupo de Percussão Inclusiva – NURAP 

14h25 - Capoeira Adaptada Grupo de Mães de Jovens Especiais - GMJE 

14h40 - Bolero – Cia Artística de APAE de SÃO PAULO 

15h10 - Flash Mob MAMMA MIA/Olhando para as estrelas – Dorina Nowill e Cia de Ballet Fernanda Bianchinni 

15h25 - Espetáculo de Dança – Instituto Movimentarte 

15h40 - Meu Samba É Assim – Grupo de Dança Arte Sem Barreiras do Clube dos Paraplégicos de São Paulo 

15h55 - Dança em cadeira de rodas – Solidariedança 

16h10 - Giovanna Maira – cantora lírica 

16h30 - Banda Música do Silêncio – Projeto de Música com Surdos e Ouvintes 

 

 Números do Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 em São Paulo 

102 condutores 

13,88km percorridos por condutores 

53,35km percorridos no total  

 

Conheça alguns condutores do dia: 

Rafael Baby Silva - Judoca com duas medalhas olímpicas em seu currículo. Nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, ganhou a primeira medalha da história do Brasil para a sua categoria. Este resultado contribuiu para obtenção da melhor campanha do judô brasileiro da história em jogos olímpicos. Baby repetiu o feito nos Jogos Olímpicos Rio 2016, conquistando novamente o bronze.

Carlos Jorge Wildhagen Rodrigues - é apenas um dos surdocegos que vivem em São Paulo. Tem 55 anos, é casado com Claudia Sofia, também surdocega. Já conquistou 26 medalhas em competições amadoras de natação. Nasceu com síndrome de Usher e em decorrência da doença perdeu a audição. Aos 51 anos perdeu a visão por completo, se comunicando com o uso de libras táteis (feitas na palma da mão). Quando pratica natação adora sensação do seu corpo molhado, além da calma e relaxamento que o esporte transmite. 

Marta de Almeida Machado -  mais conhecida como Martinha, tem 52 anos e possui deficiência física degenerativa. É servidora concursada da Prefeitura de São Paulo há mais de 20 anos e atua com projetos de inclusão na Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência. É apaixonada por hipismo desde 1990, quando, por indicação de um médico, iniciou um tratamento de equoterapia. Já praticou equitação rural e treina até hoje adestramento olímpico. Marta acredita que o esporte é uma das melhores formas de integração e interação entre pessoas. 

Raquel Amaral – tem 33 anos e é apaixonada por esportes e pela qualidade de vida que a atividade física proporciona. Perdeu a audição ainda pequena, mas isto não foi empecilho para iniciar sua vida esportiva. Aos cinco anos praticou balé, depois experimentou natação, futebol, patins e não parou mais. Há quatro anos, Raquel treina triatlo e acha muito difícil escolher a sua modalidade preferida entre corrida, natação e ciclismo. Pelo regulamento dos Jogos Paralímpicos, pessoas com deficiência auditiva não podem participar das competições de Triatlo, porém ela compete torneios nacionais para atletas sem deficiência. 

Felippe Vieira dos Reis - tem 24 anos e Síndrome de Down. Apesar da pouca idade, já é exemplo para milhares de judocas. Iniciou no esporte aos sete anos por influência de um amigo da família. Tomou tanto gosto pela atividade que é faixa preta. Além disso, já conquistou medalha de bronze duas vezes em Ravenna, na Itália, em 2014 e 2016, ouro no campeonato internacional disputado na Holanda, em 2015, e foi convocado como atleta suplente nas Olimpíadas Especiais do ano passado. Hoje, Felippe treina diariamente judô e acredita que o esporte auxilia na qualidade de vida, segurança, inclusão e principalmente autoestima. 

Karen Ribeiro - tem 40 anos e é professora de balé. Aproveitou a sua própria experiência de vida para mudar a vida das pessoas. Ela nasceu com  um problema congênito e tem uma perna menor do que a outra, o que a princípio a impossibilitaria de dançar, mas contrariando todas as expectativas, hoje ela é uma das melhores bailarinas do Brasil. Montou uma escola onde  ensina mulheres de todos os tipos a realizarem seu sonho, a vencerem os seus preconceitos e a confiarem em si mesmas. Conduz a convite do Bradesco. 

José Martins - é um exemplo de brasileiro e, mesmo com todas as dificuldades que a vida impôs, soube encarar tudo com determinação e bom humor. Nasceu sem as duas pernas e um braço, mas é dono de um cérebro e um carisma que o levaram longe. Tornou-se diretor de criação em grandes agências de propaganda do País, sendo responsável por campanhas que entraram na cultura do povo brasileiro. Além disso, ainda carrega um bom humor, que é espalhado para todo mundo em seus shows de stand-up comedy.  

José Hipólito – pai da paratleta Verônica Hipólito e considerado responsável pela iniciação da filha no atletismo.

Mizael de Oliveira - ex-atleta de Futebol de 5, eleito melhor jogador do mundo da modalidade em 1998, bicampeão paralímpico e bicampeão mundial. Atualmente, é vice-presidente e secretário geral do CPB, já foi membro de diversas organizações de atuação e luta da pessoa com deficiência, como ONCB, ULAC, UMC e IPC. 

Ivan Freitas - também é ex-atleta do Futebol de 5, foi campeão mundial. Primeiro professor cego formado em Educação Física do Estado de São Paulo. 

Fabiana Sugimori - Nascida prematura, aos 6 meses e meio, Fabiana perdeu a visão ainda na incubadora. Começou a praticar a natação na infância e participou dos Jogos Paralímpicos pela primeira vez em Atlanta 1996. Na edição seguinte, em Sydney 2000, já daria início às conquistas. Fabiana também faturou diversas medalhas em Jogos Parapan-Americanos entre 1999 e 2007. 

Danilo Glasser - Integrante da Seleção Brasileira entre 1998 e 2009, Danilo participou também das Paralimpíadas de Atenas 2004. Conquistou na carreira 12 medalhas em Parapans - sendo nove de ouro - e sete em mundiais. Atualmente, trabalha como técnico. O nadador teve uma infecção no fêmur, o que deixou sua perna esquerda bem mais curta que a direita. 

Luis Cláudio Pereira -  é até hoje um dos maiores nomes do esporte paralímpico brasileiro. Foi por muito tempo o recordista em número total de medalhas conquistadas. Ao longo de sua vitoriosa carreira, subiu ao lugar mais alto do pódio seis vezes. Além disso, ficou com a prata em outras três oportunidades. Luiz Cláudio foi tricampeão do arremesso de peso nos Jogos de Stoke Mandeville 1984, Seul 1988 e Barcelona 1992. Nos lançamento de dardo e de disco, o brasileiro foi bicampeão em 1984 e 1988. Atualmente, é o 4º atleta brasileiro com mais medalhas nos Jogos Paralímpicos, ficando atrás apenas dos nadadores Daniel Dias, André Brasil e Clodoaldo Silva. Depois de se aposentar das pistas, foi vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro. Ficou paraplégico aos 16 anos, durante uma luta de judô. 

Sebastião Antônio da Costa Neto - portador de paralisia cerebral, Tião é advogado e ex-atleta paralímpico. Ingressou no paradesporto em 1988 nos Jogos Paraolímpicos de Seul, onde conquistou sua primeira medalha de bronze. A segunda veio em Barcelona 1992. 

José Afonso Medeiros - em Atlanta 1996, José Afonso Medeiros, mais conhecido como Caco, foi o único atleta da natação brasileira a conquistar uma medalha de ouro nas Paralimpíadas – o outro atleta a subir no topo do pódio naquele ano foi Antônio Tenório, do judô. O curitibano ainda faturou duas medalhas de prata e duas de bronze nos Jogos Parapan Rio 2007. Hoje faz parte do Conselho de Atletas do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). 

Rui Marques - ajudou a fundar a Federação Paulista de Basquetebol em Cadeira de Rodas (FPBSR). Por suas ações a FPBSR permite até hoje que inúmeros deficientes pratiquem a modalidade, iniciando sua carreira como atleta. Muitos deles começam nos campeonatos de base da FPBSR e chegam à seleção brasileira. Condutor convidado pela Nissan. 

Ney da Cunha - músico, arranjador e produtor musical, ganhador de dois Grammy’s Latinos, dois prêmios da Música Brasileira, melhor trilha sonora no Festival de L.A. de Cinema. Em parceria com o Maestro João Carlos Martins, compôs a canção Rhaimischimbilim, escolhida como a melhor composição no ano de 2015 pelo projeto Cata Vento da TV Cultura. Trabalha com o maestro desde 2002, colaborando com os polos de musicalização de Paraisópolis e Mogi, em projetos sociais e encontros da orquestra com grandes artistas brasileiros e internacionais. Condutor convidado pela Nissan. 

 

 Sobre o Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 

Entre os dias 01 e 07 de setembro, o revezamento da tocha Paralímpica percorrerá todas as regiões do país, representadas por seis cidades brasileiras, para anunciar a chegada dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. A grande novidade da chama Paralímpica é o mecanismo de acendimento: calor humano. Numa campanha virtual lançada pelo Comitê Rio 2016, pessoas do mundo todo poderão enviar mensagens positivas nas redes sociais, por meio dahashtag #ChamaParalímpica, acumulando energia suficiente para acender as chamas. Cada uma simbolizará um valor Paralímpico: Brasília – igualdade; Belém – determinação; Natal – inspiração; e Joinville – coragem. Já São Paulo participa com o poder datransformação e o Rio de Janeiro com a paixão pelo esporte. 

NÚMEROS 

·         6 cidades brasileiras 

·         250 quilômetros percorridos no revezamento 

·         4650 milhas aéreas percorridas pelo avião do comboio 

·         700 condutores 

·         28 visitas especiais 

  

Acompanhe a cobertura completa do Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 em tempo real no nosso site e nas redes sociais do Comitê Rio 2016: 

www.rio2016.com

Snapchat: Rio2016 

Os patrocinadores do Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 são: 

Sobre o Bradesco Esportes 

O Bradesco é tradicional apoiador do esporte brasileiro e, consequentemente, se tornou patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, nas categorias serviços financeiros e seguros; do Time Brasil, do Revezamento da Tocha Olímpica e da Tocha Paralímpica. O Banco apoia a realização dos Jogos Rio 2016 desde que a cidade maravilhosa se candidatou para sediar a competição, ainda em 2008. O Bradesco patrocina também seis confederações nacionais: judô, basquete, esportes aquáticos, rugby, vela e remo. 

Nissan no Brasil 

A Nissan, uma das maiores fabricantes de veículos do mundo, está presente no Brasil desde 2000 e opera hoje com mais de 160 concessionárias em todos os estados do País. A empresa produz veículos na fábrica da Aliança Renault Nissan, em São José dos Pinhais, no Paraná, desde 2002, e investiu R$ 2,6 bilhões na construção de seu Complexo Industrial próprio em Resende, no estado do Rio de Janeiro. Esta unidade industrial foi inaugurada em abril de 2014 e tem a capacidade de produzir 200 mil carros e 200 mil motores por ano. Atualmente, a unidade industrial fabrica o Nissan March e o Nissan Versa e os motores flexfuel 1.0 12V e 1.6 16V. Em breve, vai começar a produzir também o crossover Nissan Kicks.                               

A Nissan do Brasil é patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. A parceria contempla o fornecimento de cerca de 4.000 veículos de diversos tipos que atendem às necessidades dos Jogos. Além da parceria com o evento, a Nissan também patrocina o Revezamento das Tochas Olímpica e Paralímpica Rio 2016. A participação da Nissan nos Jogos Rio 2016 se dá, ainda, por meio do Time Nissan, programa de mentoria a 31 atletas olímpicos e paralímpicos brasileiros que buscam classificação e destaque nos primeiros Jogos Olímpicos e Paralímpicos sediados no Brasil. São mentores do grupo Hortência Marcari, maior ídolo do basquetebol feminino brasileiro, e Clodoaldo Silva, dono de 13 medalhas em Jogos Paralímpicos. 

Sobre a Claro 

A Claro é uma das líderes em telefonia celular, atua nacionalmente e atende a mais de 64 milhões de clientes. Está presente em mais de 3.700 municípios com as tecnologias GSM, 3GMax e 4GMax. Destaca-se na oferta de conteúdos e serviços inovadores e possui acordos de roaming em mais de 170 países para serviços de voz e mais de 150 para tráfego de dados, nos cinco continentes. É controlada pela América Móvil, líder em serviços de telecomunicações na América Latina e um dos três maiores grupos de telefonia móvel do mundo. Na área de responsabilidade corporativa, a operadora mantém o Instituto Embratel Claro, que tem como objetivo estruturar seu investimento social privado e estimular o uso de novas tecnologias na educação. 

  

Loterias Caixa é apoiador oficial do Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016. 

  

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