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Dia 1 – Boletim da Tocha Paralímpica

Notícias sobre o Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 pelo Brasil. Acompanhe aqui a atualização ao longo do dia

·         O Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 começou sua viagem pelo Brasil nesta quinta-feira, dia 1 de setembro, em Brasília. A chama foi acesa em cerimônia no Parque da Cidade Dona Sarah Kubischek, a partir da energia acumulada por mensagens positivas enviadas por pessoas de todo o mundo, por meio da hashtag #ChamaParalímpica. Na capital federal, a chama simboliza a igualdade, lembrando que o esporte pode quebrar as barreiras sociais de discriminação das pessoas com uma deficiência.

 

·         Ulisses Araújo, professor da Secretaria de Educação e fundador da Associação de Centro de Treinamento de Educação Física Especial, foi o mensageiro desse valor Paralímpico. "A chama de Brasília é a primeira acesa no Brasil. Assim como nossa cidade inicia o revezamento, a igualdade é nosso ponto de partida no esporte e na vida", disse Ulisses, que também é consultor de implementação de acessibilidade nos centros Olímpicos e Paralímpicos do Distrito Federal e elaborou a lei distrital do programa Bolsa Atleta Paralímpico.

 

·         Depois de acender a tocha na pira de celebração, Ulisses entregou a chama para o atleta Cláudio Silva. Ele fez parte da equipe de voleibol sentado que conquistou a medalha de ouro no Parapan de 2007. "Sempre quis participar dos Jogos Paralímpicos e, hoje, realizei esse sonho ao conduzir a tocha. Estou fechando com chave de ouro uma carreira vitoriosa", comemorou.

·         O revezamento seguiu para o Parque das Garças. De lá, fez uma visita à unidade da Rede Sarah, no Lago Norte, onde foi conduzida em um barco adaptado pela velejadora Ana Paula Bech. Em julho, ela participou do Campeonato Mundial na Holanda. "A vida do atleta Paralímpico não termina sem vitória, porque é sempre feita de superação", afirmou.

·         Lúcio Pinheiro, que também conduziu a tocha na Rede Sarah, é árbitro de futebol de cinco e apitou nos Jogos Paralímpicos Pequim 2008 e Londres 2012. Na próxima semana, ele estará no Rio para participar da sua terceira edição de Jogos. "Estou hoje aqui representando a garotada do futebol de cinco", ressaltou.

 

·         A chama foi também ao Instituto Cultural, Educacional e Profissionalizante de Pessoas com Deficiência do Brasil (Icep). Suede Leite, gestor social da entidade, ressaltou a importância do valor de Brasília: "Fiquei muito feliz ao saber que o lema da cidade era igualdade, algo pelo qual lutamos todos os dias”, disse.

 

·         O badminton fará sua estreia nos Jogos Paralímpicos Tóquio 2020. E o brasiliense Rômulo Soares mal pode esperar para isso acontecer. O atleta conduziu a tocha Paralímpica na tarde desta quinta-feira, em Brasília. "O Brasil e o mundo vão conhecer o nosso esporte”, declarou.

 

·         A indiazinha Iganani Suruwaka nasceu na Amazônia, na tribo Suruwahá, com paralisia cerebral. Sua mãe, Muwaji Suruwahá, fugiu da aldeia para garantir a sobrevivência do bebê. Na tarde de hoje, aos 13 anos, Iganani conduziu a tocha Paralímpica em uma cadeira de rodas, no Parque da Cidade, com a ajuda de sua mãe. Ela contou com uma torcida especial que trazia cartazes com a frase: "A nossa medalha é a acessibilidade”.

·         O brasiliense Haroldo da Costa passou por um transplante de rim em 1997 e já participou de cinco edições do Jogos Mundiais de Transplantados. Segundo ele, conduzir a tocha Paralímpica coroou sua trajetória no esporte: “Tenho três medalhas e, ano que vem, estarei jogando tênis na Espanha".

·         "Não consigo descrever a emoção de conduzir a tocha", disse Andrey Barbosa, antes do grande momento. Ele adora animais e faz equoterapia há seis meses para tratar o autismo, doença que apresenta em nível médio. Na tarde de hoje, com o cavalo Colorado, ele conduziu a chama Paralímpica no Parque da Cidade. "Não imaginava que isso fosse acontecer", afirmou.

·         "Se a pedagogia não existisse, isso não aconteceria", resumiu Márcia de Mello sobre a emoção de conduzir a tocha Paralímpica hoje. Ela trabalha com educação inclusiva há 40 anos e recentemente, escreveu um livro que reúne histórias de crianças com deficiência. "São histórias de sucesso, de superação", afirma ela.

 

·         Foi dada a largada no kartódromo de Brasília! O assistente social Paulo Beck conduziu a chama a bordo de um kart adaptado. Ele foi dirigente da delegação Paralímpica em Barcelona 1992. "De lá para cá, a estrutura do esporte Paralímpico melhorou muito no país", conta. Hoje, ele curtiu o momento de condutor/piloto: "É uma honra ter esse momento em um esporte inusitado, que normalmente pessoas com deficiência não praticam. Não há limite para nenhum tipo de ser humano, só o que a gente ou a sociedade nos impõe".

 

·         "Pode cobrar: estarei em Tóquio em 2020", garantiu Jéssica Vitorino. A brasiliense pratica goalball desde 2009. Ela fez parte do time brasileiro campeão da modalidade no Parapan de Toronto, em 2015. "Tenho a melhor expectativa possível em relação a esse momento que vou viver hoje", disse ela, antes de conduzir.

 

·         Antônio Padilha foi o último condutor do dia. Professor de engenharia elétrica da Universidade de Brasília, ele realiza pesquisa e desenvolvimento de tecnologia para a pessoa com deficiência motora, como próteses robóticas e sistemas para auxílio ao exercício físico usando estimulação elétrica neuromuscular. “Todas as pessoas com deficiência batalham muito no dia a dia. E, às vezes, ainda mais, quando escolhem o esporte como trabalho", disse Padilha, que atualmente coordena o Projeto EMA (Empowering Mobility & Autonomy), que concebeu um triciclo assistido por estimulação elétrica.

 

·         Amanhã, o Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 segue para Belém (PA). A cerimônia de acendimento da chama será realizada às 11h na Fundação ProPaz, na Praça Dorothy Stang.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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