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Boletim Tocha Paralímpica – Dia 2 - Belém

O Revezamento da Tocha Paralímpica chegou à capital paraense na manhã desta sexta-feira, 2 de setembro. Em Belém, a chama simboliza a determinação, valor fundamental para o esporte, que nos faz seguir em frente para levar a habilidade física ao limite absoluto.

 

·         Em Belém, a chama Paralímpica foi acesa em cerimônia na Fundação Pro Paz, na Praça Dorothy Stang. O local é um dos seis polos de atuação da instituição na cidade. Há 12 anos, o órgão oferece natação, futebol e outras atividades esportivas, arte, cultura e lazer para os jovens de 8 a 18 anos no contraturno do horário escolar em bairros com alto nível de vulnerabilidade social.

 

·         Dayane Victória, de 14 anos, foi a mensageira da chama Paralímpica na capital. A jovem foi campeã nacional de bocha nos Jogos Paralímpicos Escolares de 2015. "Fiquei muito feliz em participar. Minha mensagem foi sobre determinação, algo que considero muito importante", disse.

 

·         O paraense Valdiley de Paiva encarou uma hora de viagem entre os bairros de Icoaraci e Sacramento para ser o primeiro condutor da chama Paralímpica em Belém. Ele é pai dos gêmeos Brenner e Brennda, que têm 8 anos e diferentes tipos de deficiência. "Ele é cadeirante e ela tem déficit de atenção, por conta do parto prematuro", explicou Valdiley. "Estou feliz à beça. Sabe Deus quando a chama voltará aqui. É uma oportunidade única", afirmou.

 

·         Em seguida, o revezamento foi à sede do Serviços de Atendimento em Reabilitação (Saber). Lá, o velocista Bruno Silva conduziu a tocha Paralímpica. Ele tem paralisia cerebral, fez tratamento com equoterapia durante anos, se formou em educação física e se tornou atleta, correndo provas de 100m, 200m e 400m rasos. "Estou muito feliz de conduzir a tocha aqui. Gostei muito de participar", comemorou.

 

·         Do Saber o revezamento foi até ao Centro Integrado de Inclusão e Cidadania (CIIC), onde foram realizadas apresentações de Carimbó e outras danças folclóricas. Depois, seguiu para a Apae e percorreu as ruas de Belém.

 

·         “É tão emocionante conduzir a tocha quanto participar dos Jogos Paralímpicos, mas é diferente", disse a condutora Débora Costa. Jogadora de basquete em cadeira de rodas, ela esteve em Londres 2012 e Pequim 2008 e foi cestinha na equipe brasileira medalha de bronze no Parapan de Guadalajara, em 2011.

 

·         Helena Durão começou no basquete em cadeira de rodas há 20 anos. A força que ganhou treinando com os homens lhe permitiu ingressar no atletismo Paralímpico, que também pratica. "A resistência conquistada com um esporte ajudou no outro", afirmou. Ela está feliz de conduzir a chama em sua cidade natal. "Se todos pensassem que podem se tornar uma pessoa com deficiência, o esporte Paralímpico receberia muito mais atenção do que já recebe".

 

·         João Batista da Silva, ouro em Atenas no Futebol de 5, foi um dos condutores da tocha Paralímpica em Belém. “A coroação não é ganhar o ouro, mas conduzir o sonho", ressaltou.

 

·         Aline Corrêa é audiodescritora para pessoas com deficiência visual em Belém e participou hoje do Revezamento da Tocha Paralímpica na cidade. "É uma honra poder representar essa profissão que está começando em um evento tão importante”, disse.

 

·         O percussionista Luiz Rabello comemorou o fato de ser condutor da tocha Paralímpica.  Músico há 42 anos, ele toca na orquestra João Carlos Martins. "Estou representado todos os músicos ao conduzir a tocha”, declarou.

 

·         O fisioterapeuta Paulo Andrade foi o último condutor do dia. Ele trabalha com pessoas com deficiência desde 2001. "Meus 15 anos de trabalho nessa área valeram a pena. Conduzir a tocha foi fantástico, uma experiência incrível", emocionou-se.

Stoke Mandeville

·         A chama Paralímpica da tradição também foi acesa nesta sexta-feira, durante uma cerimônia em Stoke Mandeville, Reino Unido, o berço histórico do Movimento Paraolímpico. Essa chama será enviada virtualmente ao Brasil e irá compor a chama Paralímpica na Cerimônia de Abertura, no Estádio do Maracanã, dia 7 de setembro.

 

·         A atleta Paralímpica Tanni Grey-Thompson, que ganhou 16 medalhas (11 de ouro, quatro de prata, uma bronze) em cinco Jogos Paralímpicos acendeu a tocha Paralímpica com a chama da tradição. "Stoke Mandeville é tão importante para o Movimento Paralímpico porque este é o lugar onde tudo começou”, disse. “Minha mensagem a todos no Brasil é muito obrigado. Os Jogos Rio 2016  serão incríveis”, completou.

 

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