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Dia 3 - Boletim da Tocha Paralímpica

O Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 chegou, na manhã deste sábado, dia 3, ao Nordeste. A chama foi acesa em Natal, no Rio Grande do Norte, em cerimônia no Palácio dos Esportes Djalma Maranhão, na Praça Pedro Velho. Na capital potiguar, a chama Paralímpica simboliza a inspiração, lembrando que é possível mudar vidas por meio das histórias e conquistas dos atletas.

  • Débora Seabra foi mensageira da chama Paralímpica em Natal e leu texto sobre o valor inspiração na cerimônia de abertura. Ela é a primeira professora com síndrome de Down do Brasil e dá aula há 11 anos para turmas de educação infantil. Em 2013, publicou o livro Débora conta histórias, com oito narrativas ligadas à sua experiência de vida. "São histórias sobre exclusão em defesa da inclusão", resume ela.
  • A primeira condutora do dia foi Ana Cláudia Albuquerque que recebeu a chama Paralímpica de Débora. "Para mim que atuo na área há 14 anos, este é o momento mais importante da minha vida. Espero que a tocha inspire as pessoas a prestarem cada vez mais atenção no esporte Paralímpico", disse ela, emocionada.
  • Ana Cláudia passou a chama Paralímpica para Francisco Araújo, cego e fundador da Associação de Deficientes Visuais do Rio Grande do Norte. "É um momento histórico para mim e coroa todas as conquistas que eu já tive nestes anos de profissão", declarou.
  • Francisco Avelino tem um aproveitamento invejável em Jogos Paralímpicos. Ele participou de todas as quatro edições entre Sydney 2000 e Pequim 2008, faturando ao todo três medalhas na natação. "A experiência de estar com a tocha é algo muito diferente mesmo", afirmou.
  • Facilitar a vida das pessoas com deficiência na hora de ir à praia é a proposta do projeto desenvolvido pelo professor potiguar Arthur Medeiros. Ele conduziu a tocha Paralímpica na Sociedade Amigos do Deficiente Físico do Rio Grande do Norte (Sadef). "Fiquei muito feliz com o convite. Foi emocionante conduzir a chama Paralímpica", disse o professor que desenvolveu o Crabs, um aparelho que dará maior autonomia aos usuários na praia do que as cadeiras usadas hoje.
  • Durante a tarde, o revezamento visitou o Centro de Saúde Auditiva (Suvag), onde foi realizada uma apresentação de coral entoando o Hino do Brasil e partidas de demonstração de goalball. Depois, seguiu para a Associação de Orientação aos Deficientes (Adote), que preparou um espetáculo de dança, e para a Clínica Heitor Carrilho, que presta atendimento de reabilitação e promove atividades pedagógicas.
  • O revezamento seguiu, no fim da tarde, pelas ruas de Natal, começando no Portal do Sol Kleberson Nascimento, em Mãe Luiza. Entre os condutores, estava Andreonni Rêgo, escolhido melhor goleiro de futebol de 5 do mundo, após conquistar o primeiro mundial da modalidade em 1998. Ele participou dos Jogos Paralímpicos Atenas 2004 e Pequim 2008 e venceu os dois. "Em setembro, irei ao Rio prestigiar meus colegas. Todos da seleção já jogaram comigo", disse.
  • Genezi Andrade, nadador que participou de cinco Jogos Paralímpicos, não escondeu a felicidade de conduzir da tocha. "A emoção hoje é a mesma que senti em Barcelona, em 1992", ressaltou.
  • Campeã pan-americana de levantamento de peso, Maria Silva também se emocionou ao conduzir a tocha Paralímpica. "Para mim, essa é uma felicidade que nunca vai se apagar", afirmou.
  • José Queiroz, ex-treinador de natação Paralímpica, foi um dos condutores da tocha em Natal. Com 35 anos de serviços prestados ao paradesporto, ele comemorou a participação no revezamento. "Estou muito feliz, pois sei que minha longa trajetória é um dos principais motivos para o revezamento passar hoje em Natal."
  • Aposta do Brasil na natação nos Jogos Rio 2016, Adriano Lima conduziu a tocha em sua terra natal. “Nunca imaginei que teria deficiência, mas sofri um acidente aos 17 anos. O esporte me mostrou que uma pessoa com deficiência pode ser alguém na vida", ressaltou o atleta que fará sua sexta participação nos Jogos Paralímpicos.
  • O último condutor do dia foi Gledson Soares, primeiro nadador Paralímpico do Rio Grande do Norte. “A emoção é grande por saber que fiz parte da história. Não nado há quatro anos, mas sinto que hoje encerrei com chave de ouro a minha carreira", declarou.
  • Neste domingo, 4 de setembro, o Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 chega a São Paulo, quarta das seis cidades que recebem a chama Paralímpica.
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